A família da estudante Renata Maria da Silva Pereira, 18 anos, assassinada no final do ano passado, em Palestina do Pará, sudeste paraense, denuncia falhas que podem prejudicar a identificar o responsável pelo crime brutal.
Segundo os familiares da vítima, ela recebeu uma ligação no dia 31 de dezembro e avisou a parentes e amigos que “iria ali” e voltaria logo. Foram as últimas palavras da jovem, já que o corpo dela foi localizado num lixão na entrada da cidade em adiantado estado de putrefação.
De acordo com familiares de Renata, a jovem não teve o direito a uma perícia no local do crime.
Outra falha, apontam, é a ausência de um pedido de exame sexológico. Até a publicação da matéria, o pedido ainda não havia chegado ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Marabá.
Caso tivesse sido realizado, o exame poderiam esclarecer dúvidas em torno de um possível estupro que a jovem sofrera.
O caso está sendo investigação pela equipe do delegado Pedro Marinho de Sousa, que responde pelos municípios de Brejo Grande do Araguaia e Palestina do Pará.
Veja mais sobre o caso na reportagem de Welliton Moreira, da RBA TV:
(DOL com informações de Edinaldo Sousa/Diário do Pará)
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