Francisco das Chagas de Sousa Viana, de 60 anos, pedreiro conhecido como “Vigoran”, mesmo com esta idade deixou a vida pesada de crimes e passou a atuar na “facilidade”, sendo que a Polícia Militar de Santa Izabel do Pará o investigava, pois havia denúncias de que “Vigoran” alugava armas para assaltos em chácaras e sítios. Durante uma incursão comandada pelo capitão Elder Barros, do 12º BPM, um popular muito discretamente informou que “Vigoran” estava de posse de uma arma de fogo em sua casa, localizada na travessa São Raimundo, no bairro São Raimundo, periferia de Santa Izabel do Pará.
O capitão Barros e o cabo Alan foram ao local, onde questionaram o fato, e, na ocasião, “Vigoran” negou a existência de arma em sua casa. Ele sentou-se em cima de um colchão e, na sequência, os policiais militares revistaram o colchão e encontraram debaixo deste uma arma de fogo de fabricação artesanal calibre 28, com um cartucho contendo chumbo.Por se tratar de uma situação tipificada em lei, o autor do delito, Francisco das Chagas de Sousa Viana, foi apresentado ao delegado Leandro Jorge Lima de Souza na 17ª Seccional Urbana para as providências de praxe.
Em seu depoimento, o pedreiro disse que a espingarda de fabricação artesanal encontrada em sua casa lhe pertencia, tendo sido comprada há cerca de dois meses por R$300,00 de um rapaz conhecido como “Ferreiro”, morador do bairro Jardim Miray, também em Santa Izabel do Pará.“Vigoran” informou que adquiriu a arma de fogo para se defender, tendo em vista que foi ameaçado de morte pelo homem conhecido como “Rogério” e o segurança “Billy”, que o acusavam de ter furtado uma “maquita” de uma oficina.
O pedreiro também confessou que já foi preso nesta cidade por três vezes pela prática de roubo e, segundo os policiais, na época em que praticava estes crimes, tinha como marca deixar o desenho de uma coruja nos locais roubados.
(Diário do Pará)
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