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POLÍCIA

Estudo traça o perfil do usuário de drogas no Pará

Uma pesquisa feita com usuários de drogas ilícitas no Pará e Amapá determinou as características sociais, demográficas, de saúde e uso de entorpecentes. Entre mais de 1000 dependentes químicos avaliados, foi contatado que 76,5% são homens, 60,8% estudaram

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Uma pesquisa feita com usuários de drogas ilícitas no Pará e Amapá determinou as características sociais, demográficas, de saúde e uso de entorpecentes. Entre mais de 1000 dependentes químicos avaliados, foi contatado que 76,5% são homens, 60,8% estudaram até os dez anos, 66,1% tem renda mensal de até três salários mínimos, 88,6% se declararam heterossexuais, 13,2% já experimentaram drogas injetáveis, no mínimo, uma vez, e todos usavam drogas não injetáveis, como a maconha, pasta de cocaína, crack e cocaína.

Outro ponto forte da pesquisa foi às informações obtidas sobre a prevalência e fatores de risco das infecções por hepatite B e C entre os usuários. O Brasil é líder no hanking de infectados pelos vírus, geralmente, transmitidos por relação sexual e contato sanguíneo. Na Região Norte, a predominância está nos usuários de drogas.

No Pará, aproximadamente 900 usuários foram abordados nos municípios de Afuá, Almeirim, Anajás, Bagre, Belém, Benevides, Bragança, Breves, Capanema, Castanhal, Curralinho, Gurupá, Marabá, Marituba, Melgaço, Ponta de Pedras, Porto de Moz, Soure, Salvaterra e São Sebastião da Boa Vista. A pesquisa foi realizada com usuários em centros de tratamento para dependência química. Participou quem utilizou alguma droga ilícita, por pelo menos três meses, estava consciente (sem efeito de drogas) e com idade igual ou superior a 18 anos.

Confira na galeria de imagens, flagrantes feitos pelo DIÁRIO na última semana. O consumo de crack, em frente a uma loja na avenida Presidente Vargas, ocorre sem constrangimento por parte dos usuários e virou cena comum neste local sobretudo no período noturno.

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