O delegado Otto Wiertz instaurou inquérito na Unidade Integrada Pro Paz (UIPP) do Distrito Industrial para apurar a morte do maratonista Francisco Pinheiro de Castro, de 44 anos. Ele morava só na rua Paulo maranhão, próximo ao local conhecido como “Beco da Fumaça”, que tem esse nome por conta do consumo e comercialização de drogas, segundo moradores. Ele foi assassinado na manhã de terça-feira (05), quando praticava sua caminhada e corrida matinal. A vítima foi surpreendida com um tiro no peito e teve morte instantânea, em frente a sua casa, no Distrito Industrial, em Ananindeua.
Segundo informações da polícia, há três meses ele foi autuado em flagrante, por porte ilegal de arma, e contra ele foi instaurado inquérito por tentativa de homicídio. Ele estava com uma cartucheira calibre 37, e efetuou um disparo, acertando de raspão um cidadão de prenome “Luan”.
A vítima não procurou a polícia para denunciar o atentado. Mas a polícia conseguiu descobrir o crime e chegou até a casa do acusado. Tempos depois, Luan teria se apresentado na polícia para registrar o fato, alegando que foi baleado por conta de uma rixa entre ambos. O maratonista estaria acusando Luan de praticar tráfico de drogas, e Luan teria ido tomar satisfação. No calor da discussão, o maratonista desferiu o tiro contra Luan, que para a polícia é o principal acusado da morte do maratonista por conta dessa desavença recente. Além do que, o suspeito não foi mais visto onde morava.
(Diário do Pará)
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