Foram apresentados durante a manhã de sábado (06) na Delegacia Geral da Polícia Civil os resultados da operação “Maçarico”, que resultou nas prisões de 13 acusados de envolvimento em uma organização criminosa responsável por arrombamentos em caixas eletrônicos de bancos, com uso de maçaricos. Além dos presos, armas e outros objetos utilizados pelo bando foram apreendidos e apresentados durante a coletiva.
Segundo o diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado, delegado André Costad as investigações iniciaram após o roubo do Banco do Brasil que aconteceu no dia 13 de janeiro no município de Salinópolis. O Banco que teve os caixas eletrônicos estourados e um prejuízo de 1,6 milhões. O delegado conta que a organização criminosa tinha apoio da Polícia Militar e também contavam com informações privilegiadas o que facilitavam as ações.
Após cinco meses de investigações o bando foi preso durante a madrugada de sexta-feira (05). As prisões foram realizadas em Belém, Castanhal, Salinópolis e Barcarena, durante a operação “Maçarico”, coordenada pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio das Superintendências Regionais de Castanhal (3ªRISP), de Abaetetuba (4ª RISP) e de Capanema (6ª RISP). Entre os presos estão quatro policiais militares.
As investigações mostram que a organização contava com integrantes de outros Estados, como Piauí, Maranhão e Rio de Janeiro. O delegado afirmou que Marcio Afonso Melo Fernandes comandava o PCC em Belém e Sidney Pantoja Gil vulgo “Diney”fazia parte do Comando Vermelho que foram mortos no início de maio após uma operação da DRCO eram os líderes da associação criminosa.
Entre os criminosos está César Augusto do Nascimento Melo, de apelido “Cesinha” que morreu ao trocar tiros com os policiais na zona rural de Bragança.
Ele já havia sido preso anteriormente, nos Estados do Pará, Maranhão e Piauí, por envolvimento em assaltos a bancos, por meio do arrombamento de caixas eletrônicos. Ele atualmente estava em liberdade.
(Diário do Pará)
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