Moradores da vila do Jequié, na zona rural de Água Azul do Norte, sul do Pará, escutaram vários disparos de arma de fogo, vindos do interior de um sítio conhecido como Olho D’água e resolveram acionar uma das lideranças do sindicato local, conhecido como “Cacau do Sindicato”, que entrou em contato com a Polícia Militar para verificar a ocorrência. Uma guarnição da Polícia Militar foi mandada para o local tendo a frente o cabo Antônio Dias Barbosa que ao chegar no sítio e entrar na casa encontrou caído em uma poça de sangue já sem vida o corpo de um homem com sinais de disparos de arma de fogo. A vítima foi identificada como João Rodrigues Galvão sendo o local isolado até a chegada de uma equipe de policiais civis de Água Azul do Norte tendo a frente o delegado Fábio Coutinho Aguiar. Pelos levantamentos no local do crime, João Rodrigues Galvão pode ter sido surpreendido pelos assassinos dentro do sítio ou até mesmo poderia ser pessoas conhecidas uma vez que não tinha sinais de arrombamento na casa do sítio. O corpo de João Rodrigues Galvão foi encontrado por volta das 9h na localidade de vila Jequié, distante 30 km do centro urbano de Água Azul do Norte e apresentava quatro perfurações produzidas por arma de fogo possivelmente um revólver. A perícia no local conseguiu recolher em um dos cômodos da casa duas armas de fogo com munição e uma grande quantidade de maconha o que leva os policiais militares que estiveram no local acreditar que o crime tenha como “pano de fundo” o entorpecente. João Rodrigues Galvão estava sozinho no sítio quando foi assassinado e pelas marcas deixadas no chão de terra batida os assassinos podem ter fugido de motocicleta do local e não foram identificados. O delegado Fábio Coutinho Aguiar abriu inquérito policial para desvendar o crime que foi vítima João Rodrigues Galvão e as investigações prosseguem ouvindo moradores da região e familiares da vítima. Até o fechamento dessa edição nenhum suspeito havia sido preso. (Diário do Pará) |
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