O Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Pará (Sindpol) emitiu uma nota pública afirmando que entrará com uma representação civil e criminal contra o policial militar que autuou o escrivão Rogério Pereira Aguiar no município de Salvaterra, no Marajó.
Segundo o Boletim de Ocorrência registrado na delegacia, o Rogério estava com o volume do som do carro em volume excessivo e uma guarnição da Polícia Militar teria pedido para ele baixar a intensidade. Ele então teria dito palavras de baixo calão aos policiais e foi detido por desacato.
Já o escrivão afirma que abaixou o volume, mas que foi preso de forma truculenta e arbitrária pelo policial militar Francisco Antônio Monteiro Sousa, que deu uma "gravata" em Rogério e o algemou mesmo sem ele oferecer resistência.
O Sindpol classificou a situação como "humilhante perante a comunidade e seus amigos" e que a conduta do policial "mancha a imagem da corporação (Polícia Militar), que sempre teve nosso respeito e admiração".
O sindicato ainda afirmou que irá "cobrar das autoridades corretivo justo a ser aplicado no policial militar que usou o poder da farda para cometer esse delito".
(DOL)
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