plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 25°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Angústia acompanha espera por respostas

Não é possível que não vão descobrir quem matou o meu filho...”. Agarrada à esperança de que as investigações policiais resultem na identificação do culpado pela morte do filho, Ruth Batulevicius, mãe do estudante Lucas Batulevicius Pereira Menezes, ainda

twitter Google News

Não é possível que não vão descobrir quem matou o meu filho...”. Agarrada à esperança de que as investigações policiais resultem na identificação do culpado pela morte do filho, Ruth Batulevicius, mãe do estudante Lucas Batulevicius Pereira Menezes, ainda tenta decifrar o que aconteceu na noite do dia 25 de maio deste ano. Sem que consigam entender que motivos alguém teria para balear o jovem, um mês após o crime tudo o que a família espera são respostas.

Com a família inteira abalada pela perda prematura do jovem de apenas 23 anos, Ruth Batulevicius recorda com frequência os últimos momentos vividos ao lado de Lucas. Diante do carinho nutrido pelo jovem não apenas na família, como entre os amigos e conhecidos, para ela é cada vez mais difícil entender o que pode ter acontecido. “Hoje faz um mês que meu filho foi sepultado e queremos saber o que aconteceu. Como se perde um filho de 23 anos de uma forma estranha e não tem resposta? Estamos tentando ter um pouco de paciência e confiar no trabalho da polícia, mas vamos continuar cobrando. Eu quero respostas sim”, frisa. “Ele tinha almoçado comigo na segunda-feira, saiu pra ir trabalhar, foi pra academia dele e 23h eu recebo a notícia que meu filho estava morto. Eu não consigo entender o que pode ter levado alguém a fazer isso com ele... foi assalto, o que foi?”.

Com a rotina interrompida desde a triste notícia, a espera pelo desfecho do caso só aumenta a angústia de quem ainda é obrigado a ouvir especulações sobre o caso. Cada dia sem a resposta tão buscada é ainda mais difícil de superar. “Dói muito ver um filho morto dentro de um carro e cheio de curiosos em volta tirando foto. Dói ver a foto do seu filho desse jeito rodando no celular de todo mundo...

A gente ainda ouve muitas coisas infundadas que magoam a gente ainda mais, coisas que não são verdade”, desabafa. “Eu me surpreendo de ainda estar viva, de estar um pouco viva porque totalmente eu não estou. Essa demora é angustiante e eu gostaria muito de saber o que aconteceu ali”.

Preocupada não apenas com as respostas relacionadas ao caso do filho, Ruth faz questão de lembrar que outras mães e familiares também compartilham da mesma angústia de esperar por uma solução. No mesmo mês que Lucas Batulevicius foi morto, a pequena Ana Carolina Siqueira, o jovem Luan Barros dos Santos e o israelense Gil Gottfried também perderam a vida. Casos que, até hoje, também aguardam respostas.

ALGUNS DOS INÚMEROS CASOS RECENTES QUE AGUARDAM SOLUÇÃO

*23/05/2015 - Lucas Silva da Costa, 19 anos. Morto durante um assalto ao ônibus em que seguia junto com outros universitários para o município de Magalhães Barata.

*23/05/2015 - Ana Carolina Siqueira, 8 anos. Morta durante um assalto a uma festa de aniversário infantil em Ananindeua.

*25/05/2015 - Lucas Batulevicius Pereira Menezes, 23 anos. Morto a tiros enquanto trafegava em seu carro pela avenida Centenário, bairro do Mangueirão.


*26/05/2015 – Luan Barros dos Santos, 25 anos. Assassinado a caminho do trabalho durante um assalto a um ônibus da linha Tapanã 2/Ver-o-Peso.


*28/05/2015 - Gil Gottfried, de 61 anos, israelense. Assassinado no bairro da Campina.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!