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POLÍCIA

Homem é morto com três facadas em Uruará

Um homem, ainda não identificado, levou três facadas, duas no peito e uma na barriga, e morreu no município de Uruará, na região sudoeste do Pará. O operador de motosserra Leôncio Pedrino Mendonça, de 36 anos, que admitiu ter matado a vítima, foi preso qu

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Um homem, ainda não identificado, levou três facadas, duas no peito e uma na barriga, e morreu no município de Uruará, na região sudoeste do Pará. O operador de motosserra Leôncio Pedrino Mendonça, de 36 anos, que admitiu ter matado a vítima, foi preso quando tentava fugir do local do crime, na tarde de sexta-feira (11). Quem fez a detenção de Leôncio foi o cabo PM Rafael Fernandes, que passava pelo centro de Uruará quando uma testemunha o chamou e apontou para um homem. Disse ao policial que o Leôncio tinha acabado de matar um desconhecido, ali próximo.

O policial militar, mesmo de folga, se aproximou se identificando, se identificou e imobilizou o operador de motosserra, que foi conduzido e apresentado ao delegado Walison Magno Damasceno, para ser autuado pelo crime de homicídio qualificado. Em depoimento, Leôncio Mendonça, que residia na periferia de Uruará, disse que estava trabalhando em uma mata do município. “Ao chegar no centro de Uruará, parei no calçadão para beber com uns conhecidos. De repente um homem pegou um facão e veio pra cima de mim. Me deu uma ‘lapada’ com o facão, nas costas”, justificou Leôncio.

Para tentar se defender, o operador de motosserra informa que segurou a vítima e, nesse momento, uma mulher, que ele não soube dizer o nome, lhe passou uma faca e disse “fura logo ele”. “Fiz isso apenas para me defender e não estou arrependido”, garantiu, em depoimento, o autor confesso do assassinato.

Assim que matou a vítima, Leôncio conta que correu para a praça, mas foi seguido por um motoqueiro que, de arma em punho, o fez parar. Logo em seguida ele foi imobilizado pelo cabo PM Rafael Fernandes e algemado pelos investigadores José Tadeu, Silvio Alex e Célio Salvador, que deram apoio na prisão do assassino.“Eu conhecia ele (vítima) apenas de vista. Foi tudo muito rápido e a mulher que me passou a faca fugiu do local”, finalizou Leôncio Pedrino Mendonça.

(J.R Avelar/Diário do Pará)

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