Na noite de terça–feira passada (15), o atendente de farmácia Tadeu Júnior Coimbra da Costa, 32 anos, foi assassinado a tiros, na travessa 25 de Junho, próximo à passagem Rossi, no bairro do Guamá, em Belém.
Ao contrário do que policiais militares repassaram à reportagem do Diário On Line sobre o suposto envolvimento da vítima na criminalidade, familiares de Tadeu procuraram o DIÁRIO, nesse final de semana, e contestaram a versão policial.
“Ele era trabalhador. Tinha acabado de chegar do trabalho. E ia para o aniversário da irmã. Acredito que tenha sido um latrocínio. Tentaram roubar a moto dele, mas o veículo estancou e os bandidos fugiram”, explica um parente que prefere não ser identificado.
Segundo ele, na semana anterior ao assassinato, ladrões tentaram roubar o veículo de Tadeu, da frente da casa da vítima. “Ele não tinha inimizades com ninguém. Era conhecido ali. Não tinha por que fazerem isso com ele”, reforça o familiar.
Ainda de acordo com o parente, naquela noite, por volta das 20h, Tadeu chegou em casa do trabalho, disse que iria tomar banho, e, em seguida, iria encontrar com a família para comemorar o aniversário da irmã. Uma hora depois, o cunhado da vítima recebeu ligação informando sobre o assassinato.
“Jamais eu ia imaginar isso”.Tadeu morava com a mãe. Segundo familiares, a genitora até hoje não se conforma pela morte brutal de um dos filhos, por isso, se recusa a retornar para a casa onde residia com ele. “Acredito que foi latrocínio”.
A Polícia Civil do Guamá investiga o caso, mas até o momento ninguém foi preso.
(Diário do Pará)
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