Um suspeito de praticar assalto foi morto durante uma suposta troca de tiros com policiais militares, no início da madrugada de ontem, na rua Rui Barbosa, bairro Parque Guajará, em Belém. Romário Alves Mafra Neto, 18, teria participado do roubo de um carro e do assalto a um posto de combustíveis, em Icoaraci. Dois outros homens, que seriam comparsas dele, foram identificados como Vinicius Trindade Rodrigues, 18 e Fernando de Oliveira Dias Junior, 19. estão presos.
Segundo informações fornecidas pelo tenente PM Rubens, lotado no 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o trio cometeu dois assaltos, na área de Icoaraci, e fugiram quando as viaturas da PM saíram em perseguição.“Primeiro, eles roubaram um veículo Prisma, cor vermelho, e em seguida assaltaram um posto de combustíveis, em Icoaraci. Fomos informados sobre a situação por uma pessoa que passava na rua”, informou o militar.
O tenente Rubens acrescentou que, junto com os colegas de farda, perseguiu o carro dos suspeitos, na rodovia Augusto Montenegro, e, na esquina da rua Hélio Gueiros, o trio teria abandonado o veículo e saído correndo.
Conforme ainda o policial, os suspeitos tentaram invadir uma residência, mas a dona da casa conseguiu fechar a porta da casa antes que eles entrassem. “Então eles pularam vários muros e subiram em telhados. Fizemos o cerco policial e encontramos o Romário aqui nos fundos desta casa. Quando nos viu, ele atirou e revidamos. Em seguida, os outros dois homens se entregaram”, concluiu o tenente da Polícia Militar.
Vinicius e Fernando foram conduzidos para a Seccional de Icoaraci. O trecho da rua Rui Barbosa foi isolado pelos policiais militares, até a chegada dos peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Durante a perícia, um revólver calibre 22, que estaria sendo usado por Romário antes de ser morto, foi encontrado ao lado do cadáver. “Ele levou dois tiros. Um atingiu as costas e o outro a a virilha esquerda”, esclareceu o perito criminal Gilberto Almeida. O corpo de Romário Alves Mafra Neto foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), para a necropsia.
(Fabrício Nunes/Diário do Pará)
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