Revoltados e indignados, foi assim que a advogada Ana Célia Teixeira definiu os militares que acompanharam o caso do sargento que foi preso na tarde de ontem ao abandonar o posto para socorrer o filho portador de necessidades especiais.
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Segundo a advogada, a corporação não entendeu a situação como um caso de abandono.
"O sargento Amadeu não teve tempo de procurar os oficiais, mas avisou aos colegas. A situação estava clara e bem justificada, não se tratava de abandono. A assistência à família está prevista no código de ética militar", considerou.
Ainda de acordo com Ana Teixeira, o sargento está sendo assistido juridicamente pela Associação dos Praças do Estado do Pará (Aspras) por ela e pelo também advogado Paulo Ronaldo Albuquerque.
SAÍDA
Às 11h desta sexta-feira (9), o juiz militar despachou o alvará de soltura do sargento Amadeu. Às 13h, o sargento foi liberado.
O arquivamento, ou continuidade do processo na Justiça Militar do Estado, depende agora somente do promotor militar Armando Brasil, autor da ação.
(DOL)
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