plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
POLÍCIA

Delegada ouve testemunhas sobre ocultação de corpo

Pelo menos duas pessoas já prestaram depoimento na Delegacia do Jaderlândia como testemunhas da ocultação do corpo do carioca Alexandre Reis, 37 anos, feita há seis meses pela própria companheira dele, a cabeleireira Josi Cleice Rodrigues da Costa, 36 ano

twitter Google News

Pelo menos duas pessoas já prestaram depoimento na Delegacia do Jaderlândia como testemunhas da ocultação do corpo do carioca Alexandre Reis, 37 anos, feita há seis meses pela própria companheira dele, a cabeleireira Josi Cleice Rodrigues da Costa, 36 anos. Uma delas foi o pedreiro Sidnei Martins, contratado pela mulher dias depois do enterro feito no quintal da residência onde o casal morava, localizada na passagem Nazareno com a rua União, bairro do Atalaia, em Ananindeua.

Ele disse que não a conhecia, mas lembra de que Josi teria ido até a sua casa e o contratado para fazer um piso, alegando que construiria kit-net. À época, ele pediu 5 sacas de cimento e 1,5 m de areia. O serviço durou apenas um dia com a ajuda de um servente e a um custo de R$ 400. “Ela estava calma quando bateu na porta da minha mãe. Não percebi nada de errado. Vi apenas que o terreno estava arenoso, uma terra vermelha e uns pedaços de pau espalhados. Mas nunca imaginaria que tinha alguém enterrado ali”, afirmou à reportagem.

Outra testemunha que prestou depoimento foi um homem - a delegada preferiu não dizer o nome – que teria acesso à casa constantemente e conhecia a rotina do casal. Ele teria dito à delegada Rosalina Arraes que Josi sempre alegava o retorno de Alexandre para o Rio de Janeiro, cidade onde teriam se conhecido anos atrás.
Ainda de acordo com a delegada que investiga o caso, vizinhos da suspeita também deverão ser chamados para depor devido aos relatos feitos informalmente sobre a conduta da mulher. “Eles [vizinhos] não dão boa informação dela. Queremos apurar os fatos com mais clareza e obter detalhes. Ela deverá responder não apenas pela ocultação, mas também pelo assassinato”, esclarece a policial.

Mesmo que Josi negue a autoria da morte de Alexandre, para a delegada, as versões de overdose ou até omissão de socorro, ainda não convencem a polícia. “Ela alegou que ele era muito violento, era usuário de drogas e que sempre a espancava. Ainda não posso afirmar a autoria, mas tudo leva a crer por essa situação que ela mesma relata”, ressalta.

“Ela mente. É uma pessoa muito dissimulada e tem capacidade de chorar com facilidade”, aponta a delegada, ao reforçar a hipótese da morte de Alexandre ter sido um assassinato praticado pela própria companheira.

(Michele Daniel/Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Polícia

    Leia mais notícias de Polícia. Clique aqui!