O clima de pânico continua após a execução de Jaime Tomas Nogueira, vulgo "Pocotó", na noite de segunda-feira (27), em um hospital particular no bairro de Fátima. Ele teria, supostamente, envolvimento com a morte do soldado da Polícia Militar Pedroso, baleado na noite deste domingo (25), na travessa Apinagés, no bairro da Cremação, em Belém.
(Foto: Reprodução/WhatsApp)
Supostos prints do celular de “Pocotó”, que teria sido apreendido pela polícia, mostram uma conversa de um grupo no WhatsApp. Intitulado “Somos Loucos”, os emotions sugerem a execução de policiais.
(Foto: Reprodução/WhatsApp)
As imagens da conversa no WhatsApp teriam sido feitas pela polícia, logo após a prisão de Jaime Nogueira. Os integrantes do grupo chegam a pedir que o número do suspeito de matar o PM seja removido do grupo, para que assim, os policiais não vejam as conversas.
(Foto: Reprodução/WhatsApp)
Em outra parte da conversa, os integrantes do grupo “Somos Loucos” incitam matar policiais. Por diversas vezes ele citam a gíria “sal”, que seria a execução de militares.
(Foto: Reprodução/WhatsApp)
Os integrantes também falam sobre a execução através de emotions, que seriam uma arma de fogo, junto com um policial e mais a gíria “sal”.
O crime já está sendo investigado pela Polícia Civil.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar