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POLÍCIA

Já está preso médico condenado pela morte de sócio

Adalberto Batista Rocha, de 59 anos, foi preso, de forma definitiva, uma vez que foi condenado pela Justiça, acusado de ser o mandante do assassinato do próprio sócio de cursinho, Hélio Norman, em 1997. O médico foi preso em casa, após denúncia recebida p

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Adalberto Batista Rocha, de 59 anos, foi preso, de forma definitiva, uma vez que foi condenado pela Justiça, acusado de ser o mandante do assassinato do próprio sócio de cursinho, Hélio Norman, em 1997. O médico foi preso em casa, após denúncia recebida pela Polícia Militar.

De acordo com o capitão Jeremias Moura, comandante da 3ª Companhia da Polícia Militar, ele recebeu a denúncia de que Adalberto Rocha estava com o mandado de prisão decretado desde o mês de setembro passado.

Ao receber a denúncia de onde Adalberto Rocha se encontrava, uma guarnição da Polícia Militar foi ao local efetuar a prisão. “Fizemos o levantamento do mandado e fomos à residência localizada na travessa Acatauassu Nunes. A única coisa que ele comentou conosco foi que ele já estava esperando que isso fosse acontecer”, relatou o capitão Jeremias Moura.

O mandado de prisão do médico foi expedido pelo juiz Edmar Silva Pereira, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri, que condenou Adalberto Rocha, com sentença transitada em julgada, a 18 anos de reclusão em regime fechado.

O caso foi registrado na Seccional Urbana do Comércio, mas Adalberto Rocha será encaminhado para o Centro de Triagem da Cremação.

De acordo com informações prestadas pela delegada da unidade, Cynthia Viana, apesar de o condenado ter o ensino superior, ele deverá ficar em cela comum. Adalberto Rocha não quis dar declarações à imprensa.

A delegada Cynthia Viana explicou, ainda, que à condenação do médico não cabe recursos. “Ele já utilizou todos os recursos possíveis e, por isso, no mandado consta que a sentença é transitada em julgada.” Agora o juiz será comunicado da prisão dele e depois Adalberto Rocha será encaminhado ao sistema penitenciário”, explicou a delegada da Polícia Civil.

ENTENDA O CASO

Hélio Normam era professor de Física e dono do cursinho que levava seu nome. Ele foi morto a tiros em frente ao estabelecimento localizado na época no bairro da Batista Campos, em 28 de janeiro de 1997.

(Emily Beckman/Diário do Pará)

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