Policiais militares do destacamento de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, prenderam, ainda dentro do flagrante, Eder dos Santos Bento, de 28 anos, que confessou ter matado, anteontem, com 2 facadas, o marítimo Márcio Jorge Santos dos Santos, de 30 anos, crime ocorrido na vila do Camará, distrito daquele município. Eder foi apresentado ao delegado Dufrae Abade Paiva pelo sargento Benedito Carlos Borges Ferreira. O militar contou que quando os policiais chegaram ao local do crime encontraram o corpo de Márcio na cozinha da residência de uma mulher identificada como Simone Pacheco Leal. O crime está sendo investigado.
“Nos informaram que Eder seria o autor do crime. Ele mora na Vila Umarizal e fomos atrás dele. Nós o encontramos em uma casa residencial na comunidade Camaraú e o prendemos”, informou o sargento PM Benedito Carlos Fonseca.
Na versão dada por Eder, antes do crime ele teria tido um desentendimento com a vítima que, em frente a uma bar, na vila Camará, em Cachoeira do Arari, a teria xingado. Contudo, eles teriam conversado e o incidente teria sido esquecido. O autor confesso do homicídio se escondeu ao lado da casa de Simone, com quem Márcio tinha um relacionamento amoroso, e o matou na cozinha, com 2 facadas no peito, segundo contou.
“Eu tive um relacionamento amoroso com Simone, mas a motivação do crime não foi por ciúmes. Foi pelo fato de Márcio ter me xingado”, disse Eder. Simone Pacheco Leal também foi levada, na condição de testemunha, à presença do delegado Dufrae Abade Paiva. Ela disse que teve um relacionamento afetivo com Márcio, por 5 anos, e que a relação foi rompida. Passou então a se relacionar com Eder e, na semana passada, o deixou também. “Eu presumo que o Eder assassinou o Márcio movido por ciúmes, embora nunca tenha demonstrado isso”, declarou Simone.
(JR Avelar/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar