Policiais militares do Destacamento do município de Igarapé-Miri, na região do baixo Tocantins, sob o comando do sargento Manoel Augusto Baia, conseguiram êxito ao prender uma quadrilha envolvida no crime de roubo a lojas Armazém Paraíba. O policial informou que, juntamente com os soldados Clay, Henrique e Geovane, tão logo pegou o serviço nesta sexta-feira (18) tomou conhecimento de uma diligência que visava desarticular a quadrilha que, segundo denúncias da população, os envolvidos no crime estariam escondidos em uma residência localizado no bairro das Cinco Bocas. “As denúncias davam conta que duas mulheres estavam oferecendo aparelhos celulares novos e na casa estavam escondidos vários homens”, informou o sargento Manoel Augusto. Ele solicitou apoio da Polícia Civil e um grande cerco foi montado e mesmo com eles tentando fugir pelo quintal acabaram presos.
Com os acusados foram encontrados vários objetos de valor. (Foto: Divulgação)
A casa que servia de quartel general para o crime em Igarapé-Miri foi revistada, sendo encontrados ali vários aparelhos de celular, fones de ouvido, carregadores, pendrives, relógio, perfumes, vários chipes, sapatos feminino que foram apresentados na delegacia local.
Os presos foram identificados como Célio Junior da Conceição Franco de 22 anos, Nilo Neto Lopes da Conceição de 26 anos, Junior Cristiano de Souza de 19 anos e as mulheres Karollyne Beatriz Coelho de Souza e Alicia Barroso de Oliveira ambas de 18 anos.
Apresentado ao delegado Alexandre Rebelo Clos, o rapaz identificado como Célio Junior da Conceição Franco, morador do bairro do Jurunas, em Belém, confessou espontaneamente que participou do crime de roubo da loja do Armazém Paraíba, tendo a ajuda no delito de Junior Cristiano de Souza, inocentando o restante do bando.
Nilo Neto Lopes da Conceição, morador do bairro da Cremação, em Belém, negou as acusações imputadas quanto ao assalto afirmando que estava na casa consumindo drogas quando a polícia chegou e não sabia que o local guardava objetos roubados.
Junior Cristiano de Souza, mesmo sendo acusado pelo parceiro Célio Junior da Conceição, preferiu o silêncio afirmando que somente se manifestaria em juízo, o mesmo acontecendo com as mulheres Alicia Barroso de Oliveira e Karollyne Beatriz Coelho de Souza.
Segundo os policiais que participaram da missão, chama a atenção que todos são moradores dos bairros do Jurunas, Cremação e Guamá e todos se conheciam e tinham papéis diferenciados na organização criminosa. Todos foram autuados em flagrante pelo crime de roubo e formação de bando ou quadrilha.
(JR Avelar/Diário do Pará)
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