Policiais militares lotados em Vigia de Nazaré, na região do Salgado, acreditam ter evitado um grande assalto na região ao prenderem Joel Leal do Egito de 33 anos, Fernando Freitas Correia de 22 anos, Dioney Oliveira Alves de 23 anos, Thiago Bentes Furtado e Henoque Macedo de Andrade, de 25 anos. O tenente Helton Rocha informou que os policiais foram com outros militares, da localidade Santa Rosa, dentro do município, para ajudarem na abordagem de táxi Fiat/Siena que, segundo um informante, estaria dando cobertura a uma quadrilha que possivelmente iria cometer um roubo a banco na região.
Identificados os 4 homens que estavam no carro, os policiais começaram a revistá-los. Dizem os policiais que os suspeitos entraram em contradição a respeito do lugar onde teriam se encontrado, o que iriam fazer, valores acertados no frete até o município de Vigia, nome de seus pais, data de nascimento, dentre outras informações.
“Percebemos que os telefones celulares deles tocavam incessantemente, um após o outro, motivo que causou estranheza, uma vez que disseram que somente 2 se conheciam e há pouco tempo”, informou o cabo PM Elso. Em um dos telefones foi encontrada mensagem suspeita e um policial, fingindo ser o dono do telefone, enviou uma mensagem marcando um encontro. Os policiais entraram no táxi apreendido e foram ao encontro dos outros suspeitos.
Ao passarem pela rua Marcionilo Alves, próximo a uma borracharia, um motociclista picos com o farol do veículo e logo os policiais perceberam que o condutor estava armado. Quando tentaram abordá-lo, contam que receberam tiros. A mão esquerda de uma dos militares foi atingida.O motoqueiro também foi baleado. identificado como Henoque Macedo de Andrade, de 25 anos, ele fugiu e foi bater no Hospital Municipal da Vigia, onde acabou preso.
O quinteto foi apresentado ao delegado Alexandre Wagner Gomes Lopes, que autuou o bando por porte ilegal de arma, tentativa de homicídio e formação de bando ou quadrilha.Os presos não quiseram fornecer endereços e se negaram a prestar depoimento perante a autoridade policial, usando seus direitos constitucionais de permanecer calados e se manifestarem somente em juízo, na presença de seus advogados.
(J.R Avelar/Diário do Pará)
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