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POLÍCIA

Após barulho de tiros, corpo é encontrado no Aurá

Um homem identificado como Reginaldo Lobo da Silva, de idade não revelada, foi assassinado com 4 tiros, na Rua Carlos Mariguela, na ocupação Carlos Mariguela, bairro do Aurá, em Ananindeua, na madrugada de ontem. Vestido apenas com uma bermuda de cor pret

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Um homem identificado como Reginaldo Lobo da Silva, de idade não revelada, foi assassinado com 4 tiros, na Rua Carlos Mariguela, na ocupação Carlos Mariguela, bairro do Aurá, em Ananindeua, na madrugada de ontem. Vestido apenas com uma bermuda de cor preta, a vítima ficou caída na vala, sob a chuva que caía. Os assassinos conseguiram fugir sem serem identificados.

Os moradores não testemunharam o crime, mas ouviram apenas o barulho de tiros. “As testemunhas não sabem dizer como foi que ele morreu, se chegou alguém em moto ou carro e o atacou. Eles disseram que escutaram os tiros, e quando saíram de suas casas para saber o que tinha acontecido se depararam com o homem morto na vala”, disse o sargento PM Borges, da 3ª Companhia do 29º Batalhão.

De acordo com os peritos do Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves, Reginaldo foi morto com tiros de um revólver calibre 32. “Foram 4 disparos, sendo que 2 acertaram o pescoço e os outros 2 acertaram a região do tórax da vítima, que morreu na hora”, disse Nazareno Melo, perito criminal.

A motivação para a morte de Reginaldo não foram reveladas, mas a vítima é irmão de Márcio Gomes da Silva, acusado de ter enterrado o corpo de uma mulher num buraco da casa onde morava, no dia 28 de janeiro deste ano, caso divulgado pelo DIÁRIO.

“Quem nos confirmou essa informação foi outro irmão dele, que estava aqui, mas foi para a delegacia registrar um boletim de ocorrência sobre a morte do Reginaldo”, disse o sargento PM Borges. “Não podemos afirmar que Reginaldo foi morto só porque ele era irmão do suspeito de ter enterrado a mulher. Enfim, essa é uma investigação que vai ser da responsabilidade da Polícia Civil”, concluiu o sargento Borges.

(Alexandre Nascimento/Diário do Pará)

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