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POLÍCIA

Suspeito de assalto baleado por juiz morre no PSM

Um suspeito baleado por um juiz, no início da noite desta quarta-feira (06), faleceu na noite do mesmo dia no PSM da 14 de Março. Dois acusados tentaram assaltar a esposa do magistrado, mas ele conseguiu reagir. O caso ocorreu na avenida Pedro Álvares Ca

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Um suspeito baleado por um juiz, no início da noite desta quarta-feira (06), faleceu na noite do mesmo dia no PSM da 14 de Março. Dois acusados tentaram assaltar a esposa do magistrado, mas ele conseguiu reagir.

O caso ocorreu na avenida Pedro Álvares Cabral, em Belém. A esposa do juiz José Roberto Pinheiro estava voltando para o carro quando foi abordada por um suspeito que tentou puxar a bolsa dela. A mulher não entregou o objeto, por isso o acusado apontou um revólver para a barriga dela.

Ao ver a mulher sob a mira de um revólver, o magistrado atirou contra o suspeito que, mesmo baleado, conseguiu fugir. O suspeito foi identificado como Leandro Vidal Macedo, 22 anos. Ele faleceu por volta das 23h no PSM da 14 de Março.

Após o incidente, José Roberto Pinheiro acionou a polícia e permaneceu no local, mas, segundo o juiz, populares o informaram que comparsas dos assaltantes poderiam tentar atacá-lo.

O magistrado se dirigiu, então, ao Tribunal de Justiça do Estado do Pará e se apresentou à presidência do Poder Judiciário (o procedimento é o previsto na Lei Orgânica da Magistratura), colocando-se à disposição das autoridades competentes e entregando a arma utilizada e as duas cápsulas deflagradas.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Por meio de nota, o Tribunal de Justiça do Estado do Pará afirmou que o juiz reagiu “instintivamente, em legitima defesa” para “liberar a sua mulher”.

A nota ainda explica que José Roberto “imediatamente se apresentou à presidência do Tribunal de Justiça do Estado, tal como determina a Lei Orgânica da Magistratura, colocando-se desde então à disposição das autoridades competentes para os procedimentos legais pertinentes ao referido evento”.

(Com informações de Luiz Flávio e Leidemar Oliveira/Diário do Pará e TJ/PA)

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