A área onde a esposa do juiz Roberto Pinheiro Maia foi abordada pelos assaltantes, na avenida Pedro Álvares Cabral com a Djalma Dutra, teve a segurança policial reforçada, na manhã de ontem. Segundo a doméstica Jô Cordeiro, que mora naquela região, a Djalma Dutra é uma via tranquila em alguns momentos do dia. Porém, ela aconselha as pessoas a escolher outro itinerário, no horário do almoço. “Às 13h já fica deserto. Então, quem tiver pela rua corre risco de assalto”, disse ela. Ainda segundo a doméstica, na esquina com a Pedro Álvares Cabral, onde houve a tentativa de assalto, os roubos são constantes, geralmente cometidos por criminosos usando bicicleta ou moto, meios de transporte que facilitam na hora da fuga. “Quando fecha o sinal, quem estiver descuidado pela rua acaba virando vítima”, destacou a moradora. Nos cerca de 10 minutos em que o DIÁRIO permaneceu no trecho, 3 viaturas da Polícia Militar passaram pela Djalma Dutra. Uma delas permaneceu na esquina com a Pedro Álvares Cabral. Segundo o vigilante Roberto Araújo, o policiamento na área é constante, mas não inibe a ação dos assaltantes. “Toda hora tem polícia aqui, mas também é assalto todo minuto. Vivemos reféns dessa situação”. A assessoria de comunicação da Polícia Civil (PC) informou que a tentativa de assalto ao juiz e sua esposa e o baleamento de um dos assaltantes não foram registradas em qualquer delegacia ou seccional. Por prerrogativa, o juiz preferiu procurar a presidência do Tribunal de Justiça para tomar providências jurídicas quanto ao caso. A Polícia Militar (PM) foi procurada, mas não se manifestou até o fechamento desta edição. (Emily Beckman/Diário do Pará) |
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