A academia BFT, a qual pertencia Airton Carneiro Filho, suspeito de agredir a estudante Myriam Ruth, no último domingo (10), durante uma dicussão em um bar, em Belém, emitiu um pronunciamento sobre o ocorrido.
Myriam Ruth, de 22 anos, mostrou os hematomas nas redes sociais, após denunciar a agressão sofrida por um homem dentro de um bar. (Foto: Reprodução)
Assinada pelo proprietário do espaço e professor de jiu-jitsu Walter Broca, a academia emitiu uma nota afirmando "lamentar o episódio de agressão ocorrido", que o "jiu-jitsu é uma arte marcial usada para defesa pessoal, mental e, principalmente, autocontrole" e que "nas dependências da academia pregamos o respeito, disciplina e equilíbrio".
Pelo documento, o professor afirma ainda que "o aluno envolvido foi afastado das atividades da academia por tempo indeterminado".

Ao final, a nota também afirma que repudia atos de violência e que a academia se solidariza com a família da vítima.
Um inquérito foi aberto pela polícia para investigar o caso, considerado violência de gênero, e um procedimento deve apurar o não atendimento da vítima ao tentar registrar o caso na Divisão Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) da Polícia Civil.
(DOL)
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