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POLÍCIA

Ex-presidiário é assassinado a tiros

As primeiras informações chegadas à delegacia de Polícia Civil do município de Igarapé-Miri, na região do Baixo Tocantins, davam conta de mais uma execução à bala sem que o corpo tivesse sido identificado, mas ao passar do tempo a identidade do morto foi

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As primeiras informações chegadas à delegacia de Polícia Civil do município de Igarapé-Miri, na região do Baixo Tocantins, davam conta de mais uma execução à bala sem que o corpo tivesse sido identificado, mas ao passar do tempo a identidade do morto foi revelada depois de ter sido reconhecido por parentes. Tratava-se de Helton Oliveira Tourão, um jovem de 22 anos, morador do município de Igarapé-Miri, que acabou executado a tiros nesta sexta-feira (15) na rua Teodorico Martins de Lima, às margens da rodovia estadual PA-151, limites do bairro da Cidade Nova.

O homicídio foi registrado perante o delegado Vitor Marcelino Borges, por Elisângela Oliveira, tia da vítima. Ela disse que Helton foi vítima de homicídio, não sabendo informar a possível motivação do crime nem seus autores.

Elisângela relatou que Helton “era envolvido em crimes de roubo” e que esteve preso por duas vezes no presídio estadual em Abaetetuba, estando em liberdade condicional.

Segundo as informações de policiais militares que estiveram no local onde o corpo de Helton foi encontrado, o crime pode ter ocorrido durante a madrugada, mas como o local, neste horário, se torna ermo, nenhuma testemunha foi encontrada. Os policiais civis de Igarapé-Miri informaram que o cadáver de Helton foi encontrado com várias marcas de lesões provocadas por tiros.

Uma equipe de peritos do Instituto de Criminalística de Abaetetuba trabalhou no levantamento de local de crime e o corpo foi levado para o IML. Será aberto um inquérito policial para apurar as circunstâncias do crime. Pelas características do assassinato, a polícia deve trabalhar com a teoria da execução por algum tipo de vingança, uma vez que a vítima, segundo a própria família, tinha um histórico com a criminalidade.

Helton respondia a dois processos, sendo um porte ilegal de arma de fogo e outro por tráfico de drogas sendo condenado nos dois.

(JR Avelar/Diário do Pará)

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