Um jovem identificado como João Kleber da Silva Rodrigues, de 20 anos, foi assassinado com 6 tiros de pistola calibre Ponto 40, de uso restrito, na travessa SN -22, entre as travessas We 81 e We 82, no Conjunto Cidade Nova 6, bairro Coqueiro, em Ananindeua. O crime teria sido durante uma tentativa de assalto da vítima em um bar, no final da noite da última quarta-feira (10). De acordo com informações fornecidas pelo cabo da Polícia Militar (PM) Marcos Ferreira, da 2ª Companhia (Cia) do 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM), João teria anunciado um assalto e um cliente do estabelecimento reagiu e atirou. “As testemunhas disseram que ele estava com um comparsa e estavam a pé. Anunciaram o assalto aqui no bar, mas uma pessoa atirou nele. O outro fugiu e ainda não foi localizado”, disse. A via foi interditada e os peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves isolaram o cenário do crime para que o corpo e o local pudessem ser analisados. O perito criminal Vamilton Albuquerque explicou que um dos disparos ainda foi à queima-roupa. “Dos 6 tiros, 2 atingiram o braço esquerdo, 2 no peito, 1 no tórax e o último na parte de trás da cabeça. As testemunhas disseram que a vítima estaria com uma arma de fogo, mas não a encontramos durante a perícia. Ela pode ter sido roubada por alguém”. REMOÇÃO Dois estojos de pistola de uso exclusivo das Polícias Civil e Militar foram encontrados próximo ao corpo e recolhidos para análises de balística, para tentar identificar o registro da arma usada no crime. O corpo de João foi removido para o Instituto Médico Legal (IML), para a necropsia. Familiares do jovem foram até a Seccional Urbana da Cidade Nova e um tio da vítima registrou um boletim de ocorrência policial do caso. Conforme o levantamento feito no sistema da Polícia Civil pelo delegado Carlos Alexandre de Miranda, que estava de plantão na unidade policial, João havia recebido liberdade há 30 dias do Presídio Estadual Metropolitano (PEM I), em Marituba, pois respondia por crime de roubo. “Encontramos também registros de antecedente criminal dele por receptação e lesão corporal”, concluiu. O proprietário do bar não foi localizado pela reportagem para falar sobre o assunto. Até o final da madrugada de ontem (11), a polícia ainda não tinha pistas do paradeiro e nem identidade do autor dos disparos. (Fabrício Nunes/Diário do Pará) |
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