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POLÍCIA

Belém está infestada de Aedes aegypt

O resultado do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Belém, entre os dias 9 e 13 de janeiro, revelou que a cidade apresenta situação de médio risco ou alerta para o risco de surto de dengue, zika e chikungunya.

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O resultado do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Belém, entre os dias 9 e 13 de janeiro, revelou que a cidade apresenta situação de médio risco ou alerta para o risco de surto de dengue, zika e chikungunya.

A presença de larvas do mosquito em imóveis chega a marca de 2,6% na capital paraense, de acordo com o levantamento da Divisão de Controle de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma). Esse número se tornou superior ao último levantamento, que ocorreu em 2016. O mapeamento de dezembro passado indicou 1,1% de casas infestadas.

O Ministério da Saúde recomenda que os percentuais satisfatórios são aqueles inferiores a 1%, que indica menos de uma casa infestada para cada 100 pesquisadas. De 1% a 3,9% o índice é considerado de médio risco ou situação de alerta, quando a presença de larvas é encontrada em até 3 imóveis para cada 100 vistoriados. Percentuais a partir de 3,9% indicam risco de surto ou epidemia, em casos de infestação em quatro ou mais residências para cada 100 inspecionadas.

O período chuvoso, encontrado no Estado durante este início de ano, é um indicativo do crescimento de criadouros.

Após levantamento as Sesma, é possível encontrar estes criadouros em recipientes plásticos, garrafas e latas, sucatas em pátios, ferros velhos e entulhos de construção. Os bairros identificados com maior predominância são Mangueiras, Ariramba, São Francisco e Vila no distrito de Mosqueiro; Jardim Nova Vida, em Águas Lindas; Cruzeiro, em Icoaraci; Pedreira; Guamá; Jurunas e Marco.

(Com informações da Sesma)

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