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POLÍCIA

Investigações não têm prazo para serem concluídas

A sequência de mortes registradas em janeiro deste ano seguem sendo investigadas pela Polícia Civil. De acordo com o delegado Silvio Maués, diretor de Polícia Especializada da Polícia Civil, "apurar esses crimes é uma prioridade da Polícia Civil". Segund

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A sequência de mortes registradas em janeiro deste ano seguem sendo investigadas pela Polícia Civil. De acordo com o delegado Silvio Maués, diretor de Polícia Especializada da Polícia Civil, "apurar esses crimes é uma prioridade da Polícia Civil".

Segundo o delegado, parte das perícias de local de crime e de necropsia (exame dos corpos) devem ser encaminhadas à Polícia Civil nos próximos dias. As informações dos laudos ficarão restritas como parte das investigações dos crimes. Ao todo, nove delegados presidem os inquéritos na Divisão de Homicídios, em Belém.

A equipe policial realiza trabalho de campo e faz coleta de imagens de locais de crimes. Durante a investigação, salienta o delegado, poucas imagens foram coletadas. "Temos outras técnicas de investigação que estão sendo aplicadas no trabalho de campo", explica.

A partir do momento em que as perícias estiverem disponíveis, destaca o delegado, as informações serão confrontadas para ter um cenário montado nas investigações que apontem se as mortes estão relacionadas e quais são as motivações possíveis para os crimes.

As investigações de cada caso foram separadas em três possibilidades. "A primeira se trata dos eventos que poderiam gerar uma reação por um sentimento de vingança envolvendo agentes públicos ou pessoas associadas a eles. A segunda possibilidade é de ações oportunistas cometidas por pessoas que se aproveitam do momento para cometer crimes e a terceira hipótese é de mortes eventuais, ou seja, que aconteceriam independentemente da ocorrência da morte do policial militar", detalha o delegado.

O delegado ressalta que em uma investigação dessa grandiosidade não há como se estabelecer previamente prazos para conclusão dos inquéritos. "Temos muitos aspectos que não dependem só da investigação. Dependem da perícia, do Judiciário, do Ministério Público, que são órgãos que atuam dentro do Sistema de Justiça", salienta. Sobre a morte do policial militar, o delegado destaca que as investigações já avançaram bastante e a previsão é de conclusão do inquérito ainda este mês.

(Com informações da Agência Pará)

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