O corpo de um homem não identificado foi encontrado, ontem, em um lago dentro do terreno da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O cadáver já estava em avançado estado de decomposição e a principal suspeita da causa da morte é que tenha sido afogamento, uma vez que o espaço é frequentado por moradores dos bairros da Terra Firme e do Guamá que fazem do local uma espécie de balneário, sendo que o acesso ao lago não é permitido a água não é própria para banho.
Esta pode ser a segunda morte por afogamento no lago no intervalo de dez dias. No último dia 20, o ex-operário da construção civil Avelino Alves, 54, se afogou enquanto mergulhava. Ele estava com amigos e havia tomado bebida alcoólica.
Segundo a Polícia Militar, um garoto de 14 anos afirmou ter lido o nome de ‘Thiago Lima de Souza’ na cédula de identidade do homem achado morto. Porém, a PM ainda não confirmou se o documento era do homem encontrado morto, apesar de acreditar que possa ser da vítima.
PROBLEMA ANTIGO
O lago é frequentado por moradores da Terra Firme e do Guamá, que fizeram um buraco no muro que demarca o terreno da Embrapa, pela avenida Perimetral. O buraco no muro já foi tapado diversas vezes pela Embrapa, mas sempre os populares encontram um meio para quebrar e ter acesso ao lago.
(Denilson D'Almeida/Diário do Pará)
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