Cledmison Magalhães da Silva, 33 anos, era soldador. Vivia uma fase boa de sua vida. Com um filho de 1 ano, ele tinha acabado de voltar de Brasília, onde passou uma temporada a trabalho, e na próxima terça-feira (02) já ia começar um novo serviço. Mas seus planos foram interrompidos na noite de sexta-feira (28), quando foi assassinado a tiros em Ananindeua, região metropolitana de Belém. Ele voltava para casa com 3 amigos depois de uma partida de pelada quando foi atingido e morreu no local. Os demais também foram baleados, mas foram socorridos.
O soldador não tinha nenhuma passagem pela polícia e, segundo familiares, nunca se envolveu com drogas. Mesmo assim, foi mais uma das vítimas do homicídio em Belém. Ele e os amigos foram surpreendidos por 4 sujeitos em um carro prata do modelo Siena, na estrada do Icuí, rua Santa Fé com Jovelina Carneiro.
De acordo com o perito criminal Gilberto Almeida, Cledmison recebeu 9 disparos, sendo 1 na cabeça, 3 nas costas e 5 nas pernas. Além disso, também sofreu fratura na perna direita, na região do fêmur. “Pelo que podemos observar, com certeza a vítima tentou correr dos criminosos”, avaliou o perito.Também foi encontrada no local uma cápsula de calibre ponto 40, que ficou nas mãos da Polícia Militar. A primeira viatura a chegar na cena foi a de número 0628, da 4ª Companhia e 6º Batalhão da Polícia Militar, sob o comando do Sargento Santos Silva e o cabo Oliveira.
(Alice Martins/Diário do Pará)
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