Uma família que mora em um prédio residencial de luxo localizado na Rua Oswaldo Cruz, no bairro da Campina, centro de Belém, teve o cofre furtado de dentro do apartamento, no último dia 1. Na caixa estavam guardados joias, barras de ouro e dólares – tudo somava o valor de aproximadamente R$ 1,5 milhão. O caso está sendo investigado sob sigilo por policiais civis da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). As imagens do circuito interno de segurança do condomínio mostram o momento em que pelo menos 4 suspeitos entram no prédio, com a permissão do porteiro, e saem levando o cofre em um carrinho. Eles entraram num carro que já esperava por eles na frente do prédio.
O ousado furto aconteceu entre as 12h58 (horário em que os suspeitos passaram pela portaria) e 13h33 (horário em que deixaram o residencial), conforme indicam as imagens do circuito. No entanto, a família proprietária do apartamento só foi comunicada do roubo 7 horas depois dele ter acontecido. Na hora do furto não havia nenhum morador do imóvel.
Segundo o procurador legal da família vítima do furto - na verdade, o advogado da família – o que mais chama atenção em relação ao caso foi a facilidade na qual os suspeitos tiveram acesso ao interior do residencial. A identificação deles não foi solicitada como deveria ter sido feito uma vez que não seriam moradores do prédio. “A conduta do porteiro e do administrador do condomínio, neste caso, é questionável”, disse o advogado, que pediu ao DOL (Diário On Line) para ter a identidade preservada.
Inclusive, o porteiro o administrador do condomínio já prestaram depoimento à polícia, mas a reportagem não teve acesso ao inquérito que segue sob sigilo. A polícia investiga se os trabalhadores têm qualquer tipo de envolvimento com os assaltantes.
Caráter sigiloso
Devido o processo seguir em caráter sigiloso não foi possível confirmar se policiais civis já identificaram os suspeitos, mas a partir da divulgação das imagens do circuito de segurança a população poderá ajudar nas investigações identificando os assaltantes. Isso pode ser feito pelo Disque-Denúncia (181) e a identidade da pessoa é mantida em sigilo.
(Denilson D'Almeida)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar