Há 4 dias, o corpo de um bebê recém-nascido desapareceu do necrotério do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (HC), em Belém. A Polícia Civil recebeu uma informação extraoficial sobre a possibilidade de que o corpo do bebê pudesse estar no antigo lixão do Aurá, em Ananindeua. Embora saiba que o local encontra-se desativado, ontem, uma equipe de peritos e policiais civis fez uma espécie de varredura no local, mas o corpo não foi encontrado.
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BUSCA
Uma possibilidade era que o corpo pudesse ter sido jogado junto com restos de material de construção. Como a polícia não está descartando nenhuma hipótese, decidiu ir até o antigo lixão. O recém-nascido estava internado no HC desde o dia 1º passado e morreu na madrugada de segunda-feira (17). A família foi comunicada da morte ainda pela manhã daquele dia. Mas, por ser de Aurora do Pará, no nordeste do Estado, tinha de aguardar um carro da funerária da cidade vir
buscar o corpo do bebê.
Quando o veículo chegou para fazer o transporte para a cidade de origem, a família descobriu que o corpo do bebê não estava mais no lugar onde foi deixado. Desde então, muitas hipóteses foram levantadas para tentar explicar o caso, mas nenhuma delas ainda foi confirmada. A família do bebê está muito abalada, principalmente a mãe do recém-nascido, Maria Juanesica Brito Paulo, de 20 anos. O neném era o seu primeiro filho e nasceu de parto prematuro.
FAMÍLIA
Hoje, a família do bebê pretende procurar a Defensoria Pública e o Ministério Público do Estado para pedir orientação jurídica e, possivelmente, mover uma ação contra o Gaspar Vianna, que abriu uma sindicância para apurar o caso.
(Denilson d’Almeida com informações da redação do Diário do Pará)
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