Na manhã desta sexta-feira (1°), a Polícia Civil em Belterra, oeste paraense, prendeu um casal suspeito de abuso sexual e estupro de adolescentes de idades entre 14 e 16 anos. Os suspeitos, Bruna de Assis Costa e Jonatas Silva de Oliveira, segundo declarações de vítimas e testemunhas, aliciavam menores e o homem abusava sexualmente das menores.
"A mulher fazia o contato, aliciava as adolescentes para que o marido tivesse relações sexuais com as meninas e, em algumas dessas relações, a esposa também participava do ato. Posteriormente, o marido fazia ameaças às adolescentes para elas não contassem nada. Pedimos a busca e apreensão da arma e outros objetos e pedimos a prisão preventiva do casal", contou o delegado de Belterra, Lucivelton Santos, em entrevista ao portal Pará News.
A Polícia Civil informou que Jonatas trabalha na Secretaria de Educação, onde mantém contatos com crianças e adolescentes, o que pode indicar uma cadeia de vítimas que teriam sido abusadas. "Nossa preocupação é maior pois o homem trabalha na Semed, ele sempre tem contatos com crianças e adolescentes. Eles negam, óbvio, mas temos relatos, assim como as vítimas que foram encaminhadas para exames”, completou.
Com os suspeito foram apreendidos uma arma e celulares.
Denúncia
A denúncia foi feita pela família de uma das vítimas, após a suspeita ter ido à casa da família pedir para a adolescente ir dormir em sua residência. Posteriormente, a mulher teria retornado à casa para pedir que a menina fosse morar com o casal.
Pelo menos três adolescentes foram identificadas como vítimas do casal, sendo duas de Belterra, com 14 anos, e uma da Comunidade São Domingos, de 16 anos.
O casal foi preso em Belterra e deve ser encaminhados ainda nesta sexta-feira para a Central de Triagem da penitenciária de Santarém, na vila de Cucurunã. Os dois filhos do casal, uma criança de dois anos e uma de cinco, ficarão com os avós.
(Com informações da Polícia Civil e do portal Pará News)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar