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POLÍCIA

Mulher usa faca, ancinho e fogo para matar companheiro: 'Ele tentou me estrangular'

Uma mulher se entregou à polícia, após matar um homem a facada. O crime aconteceu no município de Magalhães Barata, região do nordeste paraense. Ela alegou legítima defesa. Policiais militares estavam de serviço pela madrugada de ontem quando, por volta d

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Uma mulher se entregou à polícia, após matar um homem a facada. O crime aconteceu no município de Magalhães Barata, região do nordeste paraense. Ela alegou legítima defesa. Policiais militares estavam de serviço pela madrugada de ontem quando, por volta de 1h20, foram acionados por uma mulher, identificada como Janice de Sousa Oliveira, de 28 anos.

Ela disse aos policiais militares que havia matado um homem dentro de sua residência, situada na rua Jardim do Éden, no bairro da Portelinha de Magalhães Barata.

Em sua versão, Janice disse que estava em casa quando bateram na porta. “O homem se identificou como Antônio Fobóca. Eu abri a porta e ele me atacou segurando no meu pescoço e tentando me estrangular. Eu peguei uma faca e o furei. Ele caiu no chão. Depois bati com um ‘ancinho’ na cabeça dele”, disse ela.

Já no local, os policiais militares encontraram o corpo parcialmente carbonizado. Ele foi identificado apenas como Antônio Fobóca, natural do município de Capanema, também região do nordeste paraense. Antônio não era esposo da acusada. A reportagem do DIÁRIO tentou localizar familiares para saber se eles acreditam ou não na versão contada pela acusada, mas nenhum familiar de Antônio foi localizado pela reportagem. Moradores da área disseram apenas que estavam surpreendidos com o fato, já que, segundo eles, Antônio era um homem trabalhador.

Janice de Sousa Oliveira foi apresentada pela guarnição da PM na Delegacia de Polícia Civil de Magalhães Barata, onde foi autuada pelo crime de homicídio e já se encontra recolhida à disposição do poder judiciário.

O crime ainda continuará sendo investigado pela Polícia Civil de Magalhães Barata, com o propósito de descobrir a real motivação do crime e se realmente a mulher agiu em legítima defesa.

(Tiago Silva/Diário do Pará)

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