No próximo domingo (04/10), mais de 158 milhões de eleitores vão às urnas para escolher seus representantes e este ano, diversos cargos estão no rol de votações.
Com a finalidade de não esquecer os candidatos na hora de votar, já que o uso do celular não é permitido dentro das cabines, a chamada 'colinha' ou anotação em papel é permitida pela Justiça Eleitoral.
A recomendação é anotar os números na mesma ordem de votação em que irão aparecer na urna, o que facilita na hora.
- Deputado Federal - 4 dígitos
- Deputado Estadual - 5 dígitos
- Senador - 3 dígitos
- Governador - 2 dígitos
- Presidente - 2 dígitos
A cada etapa da votação, após digitar o número do candidato, o eleitor deve conferir na tela o nome, a fotografia e a sigla partidária antes de pressionar a tecla “Confirma”. Caso o número seja digitado incorretamente, é possível selecionar “Corrige” e refazer a escolha antes do registro do voto.
Um cuidado especial deve ser tomado na votação para o Senado Federal. Em 2026, serão escolhidos dois senadores por estado e pelo Distrito Federal, totalizando 54 vagas em todo o país. Por isso, a urna apresentará duas etapas consecutivas para a escolha dos candidatos ao Senado.
Os dois votos devem ser destinados a candidatos diferentes. Se o eleitor repetir o mesmo candidato nas duas etapas e confirmar a escolha novamente, o segundo voto será considerado nulo.
Por isso, é importante deixar os dois números dos candidatos ao Senado separados e identificados antes de iniciar a votação.
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Como preparar a colinha?
Uma das formas mais práticas de organizar a “cola” eleitoral é separar uma folha de papel e listar os cargos na mesma ordem em que aparecerão na urna eletrônica. Ao lado de cada cargo, o eleitor pode anotar o número correspondente aos candidatos escolhidos, facilitando a consulta no momento da votação.
O TSE recomenda que o eleitor leve uma anotação pessoal com os números dos candidatos escolhidos. Além de ajudar a evitar esquecimentos, a medida pode tornar a votação mais ágil, principalmente porque o primeiro turno envolve seis escolhas.
A orientação é preparar a “colinha” com alguns dias de antecedência e conferir os números novamente antes de sair de casa. Outra possibilidade é treinar pelo simulador de votação da Justiça Eleitoral, que reproduz as etapas da urna eletrônica com candidaturas fictícias.
A ferramenta permite ao eleitor praticar a sequência dos cargos e se familiarizar com as funções das teclas “Corrige”, “Branco” e “Confirma”. Os nomes e números utilizados no simulador, no entanto, são fictícios. No dia da eleição, a anotação deve conter os números reais dos candidatos escolhidos.


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