A Polícia Federal formalizou oito termos circunstanciados de ocorrência e conduziu 16 pessoas sob suspeita de infração eleitoral desde a abertura das urnas no segundo turno de 2026.
O balanço foi divulgado neste domingo pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, em entrevista à imprensa. Ele detalhou que as irregularidades mais identificadas pelos agentes federais foram as seguintes:
- Propaganda eleitoral fora das normas legais
- Violação do sigilo do voto
- Desobediência às autoridades eleitorais
O diretor ressaltou que as equipes da corporação permaneceram em campo durante todo o período de votação.
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Ao longo do ciclo eleitoral deste ano, a Polícia Federal abriu 1.610 inquéritos para apurar crimes relacionados ao processo democrático. Desse total, mais de 92% foram encerrados com solução.
Além disso, a corporação confiscou R$ 51,9 milhões em recursos financeiros e patrimônio. Para Rodrigues, os números evidenciam o esforço operacional realizado desde o pleito anterior.
Agressão a vereadora em Montes Claros será investigada
O diretor confirmou que a PF vai abrir inquérito para apurar a agressão sofrida por uma vereadora do PT durante manifestação favorável ao presidente Lula na cidade de Montes Claros, em Minas Gerais.
A parlamentar já foi ouvida pelos investigadores na manhã deste domingo. Por outro lado, a denúncia sobre suposta ausência de ônibus em Salvador, na Bahia, ainda não chegou formalmente à corporação.
Ministério da Justiça avalia pleito como tranquilo
O secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, representante do Ministério da Justiça e Segurança Pública, classificou o dia eleitoral como estável.
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Segundo o secretário, foram registradas 58 ocorrências com suspeita de crime eleitoral até o momento do balanço. Os números, conforme Garcia, indicam um processo sem grandes perturbações à ordem pública.


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