Carla Franklin, uma consultadora de negócios dos EUA ganhou uma ação judicial contra o Google nesta terça-feira, para que a empresa de revelasse a identidade do homem que a assediava anonimamente por sites e serviços pertencentes ao grupo. Pela decisão da corte em Manhattan, o Google tem o prazo de suas semanas para revelar o nome do assediador dentro de, no máximo, duas semanas.
A consultora, que temeu por sua imagem atual e posição no mercado de trabalho, espera ques eu caso ajude as pessoas a combatarem situações similares na rede, pois a internet não pode garantir a impunidade de assediadores", declarou.
(DOL, com informações do The Huffington Post)
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