E a luta contra a pirataria continua implacável. Desta vez o alvo foi o programa de compartilhamento p2p, LimeWire. Músicas, vídeos, programas e todo tipo de arquivos ilegais vão precisar de outros caminhos para se multiplicarem. Quem usava para compartilhar arquivos legítimos também deverá fazer o mesmo.
O site do programa e a rede que ele usava foram retiradas do ar ontem por ordem do juiz americano, Kimba Wood, que disse que gravadoras “sofreram e vão continuar sofrendo danos irreparáveis devido à indução à quebra de direitos autorais que o LimeWire promove”.
A ordem é resultado de um processo que já dura 4 anos e que, também, obriga os donos do programa a “desativarem imediatamente as funções de busca, download, upload, troca de arquivos e/ou qualquer função de distribuição de arquivos” pelo LimeWire.
De acordo com a RIAA, associação que protege os direitos de artistas americanos, o setor teve perdas de centenas de milhões de dólares graças apenas ao LimeWire. Em janeiro do ano que vem, a corte federal deve decidir quanto de indenização a empresa deve pagar à RIAA.
O LimeWire estava no ar desde 2000 e tinha 50 milhões de usuários no mundo todo. (Yggor Araújo, Diário Online)
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