Mesmo que Twitter, Facebook, e os zilhões de apps baixados não representem tantos dados, a medida que smartphones e celulares ganham o gosto a população, mais desesperadas ficam as operadores e pior se torna o serviço para oferecer conexão para os clientes afoitos por mais downloads e tuites.
O instituto de pesquisa ABI Research estima que, só este ano, 12,5 bilhões de dólares serão gastos para suportar o crescimento da demanda por dados que será 4,2% maior que em 2010.
Para se ter uma ideia, em 2010, mais de 26,1 exabytes (o equivalente a 28 bilhões de gigabytes) foram consumidos nesse tipo de conexão.
“As provedoras estão investindo em suas redes, não apenas para deixar as conexões mais rápidas, mas também para garantir que elas resistirão ao pesado tráfego de informações”, disse Aditya Kaul, diretora para mobilidade do instituto.
Mas a ideia não é aumentar exponencialmente os investimentos da infra-estrutura de rede, mas arranjar novas soluções para lidar com o aumento do tráfego móvel sem prejudicar os serviços e os investimentos em tecnologias novas como o 4G que serão adotadas a partir de 2011. (Yggor Araújo, Diário Online)
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