Na última semana, I Fórum de Tecnologias Socias em Plantas Medicinais e Fitoterápicas no Bioma Amazônico, contou com a participação do diretor científico da Fapespa, Moacir Macambira, que integrou a mesa de abertura e falou sobre o interesse da fundação em ser parceira do projeto.
“O encontro representa o reconhecimento do potencial natural e cultural do Pará em relação a este tema de plantas medicinais e fitoterápicas. Na prática é uma rede que está sendo formada e que já vem sendo articulada, há algum tempo, com as universidades federais do Pará, UFPA, e a Fluminense, do Rio de Janeiro, UFF”, disse o diretor científico da Fapespa.
De acordo com Macambira, a fundação tem interesse em participar desta rede, que atua em área de grande retorno para o Pará, um estado que tem grande variedade de plantas medicinais e que já traz desde seus antepassados, o domínio neste tipo de cultura.
“É natural que a fundação participe dessa articulação, pois atuando nos territórios paraenses, tem interesse em fomentar a pesquisa nesta área, em parcerias com os ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento Agrário, ambos representados aqui neste fórum”, disse. O diretor científico informou que a fundação passa por momentos preliminares, em que sua diretoria se atualiza com a situação presente, a fim de assegurar orçamentos que permitam à Fapespa se associar a estas iniciativas.
“No momento estamos viabilizando editais, que envolvem recursos externos. Nossa intenção é levar ao governador uma proposta concreta de orçamento, depois de avaliar claramente a situação. Precisamos garantir orçamentos também para os próximos anos, como fomentadora da pesquisa do estado”, explicou.
Assuntos como este serão pauta da primeira reunião do Conselho Superior da Fapespa que está sendo agendada para o final deste mês. O conselho é o órgão superior da fundação, sendo presidido pelo secretário de ciência e tecnologia, Alex Fiuza de Melo. (FAPESPA)
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