O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás emitiu um parecer contrário a ação da Advocacia Geral da União (AGU) que pedia que a rede social Twitter bloqueasse perfis que divulgassem informações sobre locais e horários de blitz da Lei Seca.
Segundo o parecer, é “irracional tentar impedir o fluxo de informações na internet”.
O documento ainda considerou "a pressuposição de convivência em sociedade aberta, constituída sobre os alicerces de liberdade, que se divise alguma possibilidade de se impedir o livro fluxo de informações pela internet".
A AGU havia proposto uma ação civil pública contra a rede social e outras três pessoas físicas que divulgavam as informações de blitz.
O MPF também pediu a extinção do processo, o considerando inútil, pois não haveria forma de impedir a migração dos usuários para outras redes sociais.
(DOL com informações do Portal Terra)
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