Após ser especulada pela imprensa italiana, a Telefónica afastou, nesta segunda-feira (6), ter interesse em comprar a TIM Brasil. De acordo com informações, a empresa espanhola pretendia formar um fundo de investimentos em parceria com os rivais América Móvil - dona da Claro - e Oi para adquirir a operadora na qual já tem participação de 15%.
"A Telefónica gostaria de esclarecer que não faz parte desse veículo e não tem detalhes de qualquer tipo sobre essa potencial transação para divulgar ao público", disse a empresa de telecomunicações, em um comunicado ao regulador do mercado de ações da Espanha.
Quando aumentou de 46% para 66% sua participação na Telco - holding que controla a Telecom Italia, que, no Brasil, é representada pela TIM, a Telefónica prometeu não interferir em decisões estratégicas porque comanda a concorrente Vivo. A transação, anunciada em setembro passado, preocupou as autoridades brasileiras, especialmente o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que prometeu fiscalizar o assunto de perto.
Diante da negativa da Telefónica, fontes familiarizadas com a negociação insistem que a empresa espanhola pretende dar fim à TIM Brasil e dividir seus ativos e redes entre si e as rivais Claro e Oi.
(DOL com informações do Olhar Digital)
Após ser especulada pela imprensa italiana, a Telefónica afastou, nesta segunda-feira (6), ter interesse em comprar a TIM Brasil.
De acordo com informações, a empresa espanhola pretendia formar um fundo de investimentos em parceria com os rivais América Móvil - dona da Claro - e Oi para adquirir a operadora na qual já tem participação de 15%.
"A Telefónica gostaria de esclarecer que não faz parte desse veículo e não tem detalhes de qualquer tipo sobre essa potencial transação para divulgar ao público", disse a empresa de telecomunicações, em um comunicado ao regulador do mercado de ações da Espanha.
Quando aumentou de 46% para 66% sua participação na Telco - holding que controla a Telecom Italia, que, no Brasil, é representada pela TIM, a Telefónica prometeu não interferir em decisões estratégicas porque comanda a concorrente Vivo. A transação, anunciada em setembro passado, preocupou as autoridades brasileiras, especialmente o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que prometeu fiscalizar o assunto de perto.
Diante da negativa da Telefónica, fontes familiarizadas com a negociação insistem que a empresa espanhola pretende dar fim à TIM Brasil e dividir seus ativos e redes entre si e as rivais Claro e Oi.
(DOL com informações do Olhar Digital)
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