Quem pensou que os cigarros eletrônicos não trazem danos a saúde, se enganou. Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Nacional de Saúde Pública do Japão, revelou que ele tem dez vezes mais substâncias que causam câncer do que os produtos tradicionais.
A pesquisa analisou a fumaça produzida pelos gadgets e encontrou materiais semelhantes aos presentes nos cigarros comuns, mas em quantidade até dez vezes maior, dependendo da marca analisada.
Segundo informações são do site local "Channel New Asia", substâncias tóxicas encontradas em materiais utilizados na construção civil e na indústria foram detectadas nos cigarros eletrônicos.
Mesmo não sendo regulamenta no Japão, pode ser encontrado facilmente em lojas online. No Brasil, os cigarros eletrônicos foram proibidos em 2009 por questões ligadas à saúde, o seja, os produtos que são comercializados extraoficialmente por aqui não passam por nenhuma regulamentação.
Com funciona
O cigarro eletrônico possui uma bateria (que geralmente é de lítio), um compartimento com a essência e uma resistência para transformar esse conteúdo em vapor. Apesar de outros gadgets também possuírem bateria, o cigarro eletrônico tem uma particularidade: sua estrutura geralmente é frágil e pode ser danificada facilmente. Além disso, seu uso é muito próximo ao rosto, tornando uma possível explosão mais perigosa. Por isso, o manuseio precisa de cuidados específicos.
(DOL com informações do UOL)
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