Médicos brasileiros são 40 vezes mais propensos a usar o WhatsApp para se comunicar com os pacientes do que, por exemplo, seus colegas britânicos. Segundo o jornal britânico de economia “City A.M”, estudo recente sobre como os médicos usam aplicativos e mídias sociais mostrou que apenas 2% dos profissionais do Reino Unido já usaram WhatsApp para se relacionar com os pacientes, enquanto, no Brasil, este número chega a 87%.
O uso de mensagens de texto e e-mails é cada vez mais comum entre médicos de todo o mundo, com abrangência de 30% e 50%, respectivamente. Mas o telefone ainda é o método mais comum, com 84%.
Quanto aos aplicativos de sáude, embora pesquisas anteriores mostrem otimismo sobre o potencial de uso destes na área médica, a adoção dos mesmos ainda está distante. Levantamentos mostram, inclusive, que o interesse pelos apps de saúde está diminuindo. Embora mais da metade, 55% dos médicos já tenham recomendado um aplicativo de cuidados na saúde aos pacientes, apenas 36% dizem ter a intenção de fazê-lo novamente no futuro.
Para Paul Mannu, diretor da Cello Saúde Insight, agência de pesquisa de mercado especializada no setor de saúde, disse que isso ocorre porque os médicos ainda não veem as ferramentas digitais como um instrumento de prevenção de doenças.
(DOL com informações do jornal OGlobo)
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