Segundo noticiou o Facebook, oito em cada dez brasileiros estão na rede social, sendo mais de 99 milhões de usuários ativos mensalmente. Esse número tão expressivo de usuários atrai hackers para ataques, principalmente, por meio de links disseminados em notificações.
O ataque mais recente deles solicita a instalação do plug-in malicioso “The player”, em que o phishing (link que “pesca” informações do usuário) funciona a partir de duas etapas, na primeira, um trojan (programa malicioso) é baixado e instalado como extensão maliciosa no navegador Chrome. Na segunda etapa, ao acessar o Facebook utilizando o browser comprometido, o controle da conta é tomado e a propagação do vírus é inicia.
No momento em que o usuário clica sobre a notificação, enviada por um amigo pelo Facebook, a URL direciona para um download de player. Ao realizar o download o usuário fica infectado, os dados armazenados ficam vulneráveis e novas notificações com o link da contaminação são distribuídas pela rede de contato.
Na versão mobile do vírus, o usuário é direcionado a páginas que solicitam a instalação de aplicativos fora da Google Play ou preenchimento de cadastros que futuramente geram prejuízo financeiro.
Para evitar este tipo de contaminação, especialistas da PSafe dão dicas:
Antivírus instalado
O usuário deve sempre seguir as instruções básicas para proteção dos dados, mas o antivírus instalado no celular ifuncionará como uma barreira de segurança para garantir a privacidade dos seus arquivos.
Atenção
Às vezes, a correria do dia-a-dia não permite que se perceba uma alteração numa página. Por isso, é importante ficar atento a qualquer comportamento estranho. Desconfie sempre de links recebidos por e-mails, Facebook Messenger, WhatsApp, SMS ou outros que pedem informações confidenciais para autenticação ou que se propagam entre grupos de amigos. Além disso, fique alerta aos links nos quais o navegador apresente a mensagem de certificado inválido ou vencido ou que solicite a instalação de plug-ins, mesmo que seja um site que normalmente acessa.
Para evitar cair nesse golpe, o usuário deve desconfiar de downloads sugeridos para melhorar ferramentas que já funcionam com facilidade, como o próprio Facebook ou YouTube, e evite baixar arquivos de fontes desconhecidas, via links em notificações. Se você recebeu mensagens de um amigo infectado, evite a proliferação e informe sobre o phishing para que ele possa remover o vírus do Facebook.
Exclua o programa
No celular o usuário deve desinstalar o aplicativo malicioso e instalar um antivírus. Caso tenha se cadastrado em algum programa pago de SMS, entre em contato com a operadora para cancelar o falso serviço.
Computador
O processo é similar ao de remoção de uma extensão do navegador Chrome. Clique no botão de “menu”, no canto superior direito, e depois em “configurações”. Em seguida, clique no item “Extensões”, no menu lateral, e identifique a extensão maliciosa. Clique na lixeira da extensão instalada e delete.
(Com informações do Administradores.com)
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