As redes sociais se fortalecem a cada dia e se você ainda não despertou para isso, está na hora de acordar e dar um up não só nas vendas, mas na imagem institucional nas redes. Likes e compartilhamentos são pontes que podem te levar bem longe.
Uma associação que reúne mais de 230 empresas dos diferentes segmentos do mercado digital, informou que o investimento em mídia digital no Brasil deve crescer 12% até o final do ano, totalizando R$ 10,4 bilhões. Vídeos, mobile e mídia programática devem ser algumas das apostas do mercado até o próximo ano.
A indústria de biscoitos, rações, massas e trigo Ocrim, já investe um marketing digital há dois anos, pois viu a possibilidade de aumentar seu top of mind (maneira de qualificar as marcas que são mais populares na mente dos consumidores) e vendas direta aos seus clientes. Este investimento em sites, redes sociais, e-mails marketing e ações promocionais gerou a melhoria da consciência e conhecimento dentre o público-alvo seguido pela melhoria do tráfego e percepção das marcas.
Como os estudos de profissionais avançam?
Com toda essa tecnologia avançando cada dia mais rápida, as pessoas buscam por notícias, não largam seus celulares e tabletes, ficam conectadas 24 horas por dia, consomem cada vez mais conteúdo e interagem com eles. Com isso , várias profissões vão surgindo, e novos cursos nas universidades.
Uma universidade particular de Belém, já adaptou os cursos de Jornalismo e Publicidade com as disciplinas: Criação e Produção para Mídias Digitais e Jornalismo Digital. “Já somos 04 professores com formação em mídias digitais e estou concluindo o doutorado em Criações e Produção para Mídias Digitais em Portugal e Paris”, explicou Mário Camarão, coordenador do curso de comunicação de uma universidade particular.
A universidade inclusive já estuda a possibilidade de investir em graduações e especializações específicas para isso.
E para quem está formado há anos na área de comunicação como fica?
A forma de divulgar as ações de clientes e relacionamento com a imprensa também está mudando. Adaptar-se ao novo mundo das comunicações não é apenas necessário, é urgente. É o que afirma a jornalista Taís Sousa. “Negar a importância das redes sociais é suicídio de marca ou de imagem”, diz a jornalista.
“O desafio para quem está formada na área há um tempo não é apenas se adequar às novas tecnologias, mas pensar em como essas ferramentas podem ajudar a posicionar uma imagem, a melhorá-la e, o mais importante, como elas ajudam no relacionamento com o público”, explica Taís.
Ela diz ainda que, mais que se adequar, é uma área que requer estudos para fazer os investimentos corretos. “Fiz algumas oficinas de mídias sociais, mas sinto a necessidade de me especializar e escolhi o curso de marketing, com ênfase em ambientes digitais, para poder aliar minha experiência e conhecimento às novas tecnologias, em prol de oferecer um melhor serviço ao meu cliente”, explica.
Para Taís, as ferramentas mudaram, mas o objetivo ainda continua o mesmo: comunicar bem. “As pessoas não querem apenas saber das ações de empresa x ou instituição y. Elas querem fazer parte, querem se sentir próximas, querem ter voz”, ressalta.
Segundo pesquisa de 2015 da Fundação Getúlio Vargas, cada 1% a mais gastos por uma empresa em tecnologia se transforma, 2 anos depois, em crescimento de 7% no lucro da organização. Poucos investimentos, no Brasil e no mundo, oferecem uma taxa de retorno tão alta.
(DOL)
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