"Pago meu imposto para quê?" Essa é a pergunta feita pela pedagoga Marileide Silva, que mora na rodovia Mário Covas, no bairro do Coqueiro, em Ananindeua. Na tarde deste sábado (26), ela precisou acompanhar a irmã até um posto de saúde para conseguir atendimento médico. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade Nova ela se deparou com um verdadeiro caos.
"Quando cheguei, a sala de espera estava lotada. Muita gente e pouco médico", disse revoltada. "Tinha mais de 200 pessoas. Umas passando mal e até desmaiando e outras desistindo do atendimento e indo embora para casa mesmo sem se sentir bem", completou.
Segundo a pedagoga, na unidade havia apenas três médicos para atender toda a demanda e a funcionária que fica na triagem havia saído para o almoço e ninguém chegou para substituí-la . "A triagem é feita antes do atendimento médico e não tem ninguém para fazer isso", exclamou. "É um verdadeira falta de respeito com o cidadão", completou.
O DOL enviou e-mail para a prefeitura de Ananindeua, cobrando um posicionamento do órgão, mas não teve resposta.
(DOL)
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