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Tiktokers podem ganhar até R$ 60 mil com dancinhas no Brasil

Você já deve ter ouvido alguns hits como "Vai se tratar, garota..." sendo apresentados de forma insistente e chata por pessoas que sabem ou não dançar, não é mesmo?! Pois é... Isso rende - e muito!

domingo, 14/11/2021, 09:05 - Atualizado em 14/11/2021, 11:33 - Autor: Com informações de Léo Dias/ Metrópoles


Imagem ilustrativa da notícia Tiktokers podem ganhar até R$ 60 mil com dancinhas no Brasil
| Reprodução

TikTok, também conhecido como Douyin na China, é um aplicativo de mídia para criar e compartilhar vídeos curtos, com duração entre 15 e 60 segundos. Fenômeno principalmente entre os jovens, foi o aplicativo mais baixado no mundo em 2020, onde é possível visualizar, curtir, comentar, produzir  e compartilhar vídeos.

Agora, além de diversão, o TikTok também pode render bons lucros, principalmente, para o de influenciador digital.

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O fundador da agência de influenciadores Non Stop e da agência de publicidade Chango, João Mendes, explicou que acredita que o TikTok é a maior plataforma de lançamento de música, já que elas acabam viralizando com as dancinhas.

Um exemplo de música que ressurgiu graças ao TikTok é a canção Disco Arranhado, originalmente da dupla César Menotti e Fabiano. “Eles lançaram a música, fizeram o trabalho nacional. Depois ela voltou, mas com uma outra versão, em outro estilo, um pouco mais batida, eletrônica, uma pegada um pouco funk, e esse viral do TikTok reativou a música ainda mais. Com isso, ela foi logo pro topo mais uma vez”, diz.

De acordo com informações do colunista Léo Dias, a renda para quem vive do TikTok pode chegar até R$ 60 mil, mas, para isso, é necessário ter uma grande estratégia por trás.

 “Acreditamos que o dinheiro investido precisa ser acessível para que o contratante consiga contratar vários influencers e não apenas um, porque a gente acredita no viral. Se conseguirmos lançar um conjunto de influenciadores, um grupo fazendo a mesma coisa, eles vão gerar tendência mais rápido e trazer motivação para quem está em casa, ou seja, do público em geral, que vai fazer a dança também, e, consequentemente, divulgar a música. Então os preços são bem mais acessíveis porque é um conteúdo bem mais orgânico, e varia de R$ 5 mil a até R$ 50 mil, R$ 60 mil, dependendo do tamanho da pessoa”, ressalta João Mendes.


Mas, para o sucesso, é importante escolher a música certa. “A primeira análise é se a música encaixa, se ela tem uma pegada, porque a gente não tem interesse de gerar tendência de algo que não é bom. Então, primeiro, a gente faz uma análise se aquela música tem a ver com o público, se a gente acredita no viral”, explica Mendes.

A junção entre música e dança também merece atenção especial: “A nossa especialidade é pegar o melhor da música com a melhor coreografia. Pegamos a questão da dança, o que vai combinar mais, o que vai dar para as pessoas fazerem em casa, qual o melhor trecho, aí a gente foca naquele pedacinho ali e tenta fazer essa campanha em conjunto. Então, por isso, os valores são mais reduzidos. Tem campanhas na música em outras plataformas que os valores são bem maiores. Mas a gente começa com um valor de R$ 5 mil a R$ 50 mil, para que a pessoa possa contratar mais de um e acredite nesse viral todo”.

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