Já pensou em morar em uma cidade onde o sol não aparece por quase seis meses? Essa é a realidade dos habitantes de Longyearbyen — que poderia ser o sonho de qualquer vampiro. Localizada no arquipélago norueguês de Svalbard, bem próximo ao Ártico (Polo Norte), a cidade vivencia o fenômeno conhecido como noite polar.
O fenômeno decorre da inclinação do eixo da Terra (sim, o nosso planeta é um pouco “tombado”). Essa característica faz com que, durante a rotação, um dos hemisférios receba menos luz solar enquanto o outro recebe mais. É o mesmo motivo pelo qual o inverno no Hemisfério Norte acontece ao mesmo tempo em que o verão no Hemisfério Sul — e vice-versa.
Em Longyearbyen, a noite polar vai de outubro a fevereiro, período correspondente ao inverno no Hemisfério Norte. Esse fenômeno impacta a fauna e a flora locais, que precisaram desenvolver formas de adaptação às condições extremas, e afeta de maneira significativa o dia a dia dos moradores da cidade norueguesa.
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Como o fenômeno afeta a vida dos moradores locais?
Segundo a National Geographic, os moradores investem fortemente em lâmpadas de terapia de luz, que reproduzem os comprimentos de onda da luz solar, e se esforçam para manter suas rotinas e permanecer fisicamente ativos durante o longo período de escuridão. Além disso, as comunidades promovem diversos eventos coletivos para ajudar a população a lidar com a experiência da noite polar.
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