Enquanto muitas crianças da mesma idade estão descobrindo os primeiros brinquedos e brincadeiras, o pequeno Anglerry Otávio, de apenas 5 anos e morador de Ananindeua, região metropolitana de Belém, já chama atenção pelo conhecimento sobre futebol, Copas do Mundo e geografia internacional.
Durante o quadro "Ruas da Copa" da RBATV, o menino demonstrou uma memória impressionante ao relembrar detalhes das campanhas vitoriosas do Brasil nos Mundiais.
"Em 1958, o Brasil efetuou a Suécia na final e venceu de 5 a 2. E na Copa de 62, o o Brasil venceu o a Checoslováquia de de 3 a 1. Na Copa de 70, o Brasil venceu a Itália que é de de de 4 a 1, sendo tri. Na Copa de 94, o Brasil foi campeão pela quarta vez vencendo da Itália nos pênaltis de 3 a 2 e 0 a 0 no placar normal. Na Copa de 2002, o Brasil enfrentou a Alemanha e venceu de 2 a 0 sendo penta. Acho que vai vir o hexa", contou Anglerry.
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O interesse pelo futebol surgiu cedo. De acordo com a família, desde os três anos de idade Anglerri demonstra curiosidade sobre a história das Copas do Mundo. Tudo começou quando ele ganhou seu primeiro álbum de figurinhas do torneio.
A partir daí, o menino passou a pesquisar sobre as edições da competição, os países participantes e os principais jogadores que marcaram época. Completar álbuns de figurinhas se tornou uma das suas atividades favoritas.
Além de conhecer atletas e seleções, Anglerry também desenvolveu uma habilidade incomum para sua idade: identificar países no mapa. Com facilidade, ele localiza nações em um globo terrestre e reconhece bandeiras de diferentes partes do mundo.
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O pai, que acompanha de perto o desenvolvimento do filho, afirma que sempre incentivou a curiosidade da criança e se orgulha do interesse demonstrado pelo menino.
“Ele tem uma paixão muito grande pelo futebol. Por conta própria, vai a fundo para descobrir as histórias. Se alguém faz uma pergunta para ele, ele procura saber mais. Um dia perguntaram quem foi Zagalo, e ele foi pesquisar, estudar quem foi o Zagalo. Muitas pessoas conhecem apenas o nome, mas ele quis entender toda a trajetória”, relatou.
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