Foram os versos “Pode chorar, mas eu não volto pra você/ Pode chorar, você não vai me convencer /Pode chorar, você se lembra o quanto eu chorei por você?” que consagraram a dupla Jorge e Mateus ao sucesso nacional. Hoje, eles estão entre os principais nomes do sertanejo brasileiro. E é claro que o hit não pode faltar em suas apresentações, como a de hoje, na 48ª Exposição e Feira Agropecuária de Castanhal (Expofac).
Confira uma canção da dupla:
Com onze anos de carreira e várias passagens pelo estado, a dupla recorda que a relação com os fãs paraenses é especial. “Nossa ligação com os fãs paraenses é muito forte. Fazer show no Pará é sempre bom demais e somos muito gratos a todos vocês que nos passam tantas energias boas em cada apresentação. O público de Castanhal e de toda a região pode esperar um show bem animado, recheado de hits e de músicas novas, e, acima de tudo feito com muito carinho”, adiantaram os cantores, em entrevista por email.
O show será baseado também nas canções do novo DVD “Como. Sempre Feito. Nunca”, com repertório totalmente inédito, gravado no Espaço das Américas, em São Paulo. De acordo com a dupla, foi difícil conciliar a agenda de shows com a gravação. Mas esta produção tem algo a mais: eles puderam mostrar suas origens e principais influências musicais, com canções que fizeram parte da história de cada um.
“É um trabalho que a gente já vinha planejando há um tempo. Foram meses conciliando a agenda de shows com a produção do DVD, escolhendo músicas, fazendo arranjos e ensaios para a gravação. A maior diferença com relação aos álbuns anteriores foi que neste pudemos mostrar um pouco mais das nossas influências musicais e gostos pessoais. Já com relação ao cenário, foi algo bastante tecnológico, tridimensional, que fugiu muito do convencional. O resultado ficou bem o que queríamos apresentar para a galera”, dizem.
A apresentação no palco terá visual tecnológico, assim como na gravação do DVD, que teve 90% do cenário composto por lâmpadas de LED, uma inspiração das grandes produções internacionais, além de 600 metros de painéis feitos para projeções com efeitos tridimensionais. O projeto é assinado pelo cenógrafo José Cláudio dos Santos.
(Domink Giusti/Diário do Pará)
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