Em julgamento realizado na última segunda-feira (2), o Tribunal do Júri da Comarca de Canaã dos Carajás condenou Victor de Barros Almeida a 32 anos e 4 meses de reclusão. O réu foi considerado culpado por homicídio qualificado consumado e duas tentativas de homicídio qualificado contra membros de uma mesma família.
O crime, que causou grande comoção no sudeste paraense, teve como vítima fatal Eurípedes Silva Monteiro Enes. Segundo os autos do processo, o assassinato foi motivado por vingança (motivo torpe) e executado sem qualquer chance de defesa para a vítima, que foi atacada enquanto dormia.
Veja também
- Polícia Militar desarticula laboratório de drogas
- Fiscalização da PRF coíbe estacionamento irregular
- Sindicato alerta para fechamento do comércio em Marabá durante o Carnaval
Tentativas de homicídio e agravantes
Além da morte de Eurípedes, Victor Almeida tentou assassinar Antônia Jasielda de Carvalho Almeida e Maria Antônia de Carvalho Enes. De acordo com o Conselho de Sentença, o réu agiu para assegurar a impunidade do primeiro crime. No caso da vítima Maria Antônia, a pena foi agravada pelo fato de ela possuir menos de 14 anos na data do crime.
A tese da promotora de Justiça Luciana Vasconcelos Mazza, do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), foi acolhida integralmente pelos jurados. A sentença detalha as penas aplicadas:
• Homicídio consumado: 15 anos.
• Tentativas de homicídio: 8 anos e 8 meses para cada uma.
Regime Fechado
Ao fixar a dosimetria, a juíza titular da Vara Criminal negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, citando a gravidade concreta dos fatos. Victor cumprirá a pena em regime inicialmente fechado, garantindo a aplicação imediata da lei penal diante da decisão soberana do júri popular.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar